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Quiosque Sant'Ana: cooperação para produzir e vender produtos coloniais

Publicada em 21/12/2009 por Imprensa CERILUZ
A associada Rita Beerbaun é reponsável pelo atendimento no Quiosque Sant'Ana

Que tal terminar o dia junto com a família, degustando um excelente café colonial, com uma variedade de alimentos saudáveis produzidos pelas mãos dos agricultores de Ijuí? Uma ótima ideia para depois de um dia de trabalho! E muito fácil de se concretizar se você estiver retornando para Ijuí pela RS 155. Quem passa pelo Distrito de Santana avista do lado direito da rodovia o Quiosque Sant’Ana, oferecendo tudo o que é necessário para formar uma mesa colonial completa.

Quem recebe o visitante, normalmente, é Rita Adriana Schreiber Beerbaun, agricultora que integra a associação que toca o projeto em frente. Além dela, outros seis associados – Vilmar Neuberger, Marcos Meiger, Erno Beerbaun, Marli Siekierski e Inácio Lehandovski - vendem seus produtos no espaço levantado com o suor do rosto de suas famílias. Isso já há um ano, completado no último dia 20 de dezembro. O atendimento acontece todos os dias, pela manhã e tarde, e também nos finais de semana: sábado durante todo o dia e domingo até o meio dia.

 “Aqui no quiosque tem praticamente de tudo”, garante Rita. Há mesmo produtos para todos os gostos: bolachas, cucas, queijos, salames, vinhos, sucos, licores, conservas, frutas, verduras e até carne de frango caipira, além de artesanato, tudo produzido nas propriedades de Santana. “Cada família traz o que tem em casa para vender, por isso a oferta é bastante variada” salienta. É verdade que em razão do pouco tempo de atividade os agricultores ainda estão se estruturando. Até mesmo a família da Rita, que já havia comercializado produtos em residências na cidade, precisou começar de novo, pois havia interrompido esse comércio. “Antes do quiosque as propriedades estavam voltadas principalmente para a produção de grãos e agora estamos fazendo adaptações para garantir uma nova fonte de renda”, relata a produtora rural.

Em razão da curta existência do quiosque a clientela ainda está se formando. Para estimular suas vendas alguns eventos já foram realizados, como a Noite do Pastel e do Vinho e a Noite do Cachorro Quente. É preciso paciência. Hoje os principais consumidores ainda são os moradores da vila e alguns viajantes. Finais de semana o movimento melhora, contudo, ainda há espaço para crescer mais. A estrutura é composta por uma sala comercial, banheiros e uma varanda, própria para o cliente degustar com a família. O quiosque foi construído com recursos federais, a fundo perdido, conseguidos via Secretaria Municipal de Agropecuária e Desenvolvimento Rural (Smader), assim como os equipamentos necessários. Os produtores beneficiados entraram com uma contrapartida na construção.

É uma ótima indicação principalmente para este verão. Além dos sucos o cliente vai encontrar lá melões e melancias fresquinhas, recém colhidas. Agora só não termina o dia com café colonial quem não quiser!

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