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O ano de 2009 apresentou uma série de contrastes ao longo de seu transcorrer. O período que começou com o fantasma da crise econômica mundial, com os danos causados pela prolongada estiagem, terminou com um ar de superação, com bons negócios acontecendo e com chuvas intensas, que apesar de causarem alguns estragos, garantiram a umidade do solo para o plantio e uma ótima geração de energia.
Pesando todos os acontecimentos, tivemos nestes últimos 12 meses mais notícias positivas do que ruins e é isso que esperamos de qualquer balanço. O presidente da Ceriluz Iloir de Pauli destaca três conquistas, avaliadas como as mais importantes: a Licença de Instalação (LI) da Usina RS 155; a definição por parte da Aneel das tarifas que serão praticadas pela Ceriluz; e também a ampliação do prazo de concessão para explorar os serviços de distribuição de energia por parte das cooperativas, estas duas últimas decisões vinculadas à assinatura do contrato de Permissionária de Serviço Público.
Além da LI da nova usina, a Ceriluz conseguiu renovar as licenças de Operação (LO) das usinas Nilo Bonfanti e José Barasuol, junto à Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). “Isso é resultado do trabalho que vem sendo feita pela cooperativa, com respeito ao meio ambiente, ao leito do rio, aos peixes e cuidando da qualidade da água”, resume de Pauli.
A Ceriluz também já recebeu o modelo do contrato de Permissionária de Serviço Público, que deve ser assinado obrigatoriamente pela direção em 2010 e está sendo avaliado: “Assinando o contrato junto à Aneel, nós teremos direitos e deveres. Mas o principal direito que nós temos é a garantia da nossa área de atuação, além de uma tarifa justa regulamentada”, explica o presidente. Neste sentido, a tarifa definida pela Aneel para ser praticada entre 2010 e 2011 já é considerada uma conquista, uma vez que a agência nacional definiu um valor final de R$ 0,24 o Kwh. É o mesmo valor que a Ceriluz vem desenvolvendo agora, se considerarmos o desconto de 15% nas contas de energia pagas em dia. “Nosso associado precisa de uma tarifa justa para que a energia sirva como ferramenta de desenvolvimento”, diz de Pauli
Outra vitória dentro deste contexto foi a ampliação do prazo de permissão para explorar o serviço de distribuição de energia, ampliado de 20 para 30 anos, com possibilidade de renovação por igual período. “Nós tínhamos uma grande preocupação com o fato de termos que assinar um contrato que colocaria o patrimônio do associado em risco, já que depois de vinte anos ele iria à licitação. Porém, hoje é lei e já consta no novo contrato que vamos assinar e isso nos tranqüiliza, pois vamos ter a garantia de que o patrimônio continuará sendo do associado”, comemora.
Com base nestas conquistas, Iloir de Pauli aposta que 2010 será um ano promissor. “Queremos desejar que no ano de 2010 todos da família Ceriluz tenham saúde, paz, pensem positivo e continuem trabalhando. Juntos conseguiremos construir caminhos melhores e conquistas ainda maiores”, deseja o presidente.
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