Com um trabalho contínuo de gestão ambiental, a Ceriluz vem alcançando números expressivos no que diz respeito a áreas de preservação e recuperação vegetal. Hoje, já são 238,2 hectares de áreas preservadas — entre Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reposição Florestal Obrigatória (RFO) — e um total que ultrapassa as 155 mil mudas de árvores nativas plantadas em iniciativas de recuperação.

Essas áreas são resultado do trabalho de recuperação exigido para compensação dos impactos gerados pela construção das usinas — que obedecem a licenças individuais —, mas também da reposição de árvores cortadas a partir da condução ou supressão nas áreas de segurança das redes de distribuição de energia. Com mais de 4,6 mil quilômetros de redes geridas pela Ceriluz, é necessário fazer o manejo sob os cabos para prevenir danos durante temporais. Para isso, a cooperativa segue as diretrizes estabelecidas pela Licença Única nº 01578/2024.

Participação dos associados

Além da compra de áreas nativas ou para plantio visando a reposição, a Ceriluz também desenvolve o Projeto Água Viva em parceria com associados que cedem áreas de preservação, especialmente em locais onde há nascentes de água em degradação. Por meio desse projeto, já foram plantadas mais de 18 mil mudas nativas em aproximadamente 12 hectares.

“Essas áreas se somam e a gente percebe a grandiosidade do que já alcançamos no sentido de manter essas áreas vivas. São locais onde a vida animal, aves, insetos, microrganismos, enfim, toda a natureza encontra o seu lugar para se desenvolver e, junto com o ser humano, formar esse grande equilíbrio que é o nosso planeta”, comenta Romeu Ângelo de Jesus, coordenador do Projeto Água Viva.

Esses números podem aumentar ainda mais, inclusive com a participação direta dos associados. Aqueles que possuírem áreas de nascentes desprotegidas podem entrar em contato com a cooperativa para integrar o Projeto Água Viva. Nestes casos, os associados disponibilizam a área e a Ceriluz fornece as mudas e realiza o plantio.