A Ceriluz realizou nesta terça-feira, 14 de julho, em sua sede administrativa, um workshop sobre a Reforma Tributária, reunindo colaboradores de diferentes setores da cooperativa para aprofundar o conhecimento sobre as mudanças promovidas pelo novo sistema tributário brasileiro e seus reflexos nas atividades da organização. A capacitação foi conduzida pela instrutora Luciane Lagemann, da empresa Dickel Consultores Associados, especializada em tributação sobre cooperativas.
A iniciativa contemplou colaboradores que atuam nas áreas administrativa, financeira, fiscal, contábil, jurídica e operacional, setores diretamente envolvidos na adaptação dos processos internos às novas exigências.
O objetivo é entender o impacto das mudanças em suas atividades internas, mas também sobre o associado, e iniciar o processo de adaptação de sistemas, procedimentos internos, controles fiscais e capacitação de equipes. O workshop teve sequencia na quarta-feira, 15, dessa vez voltado para os integrantes dos conselhos administrativos e fiscais das cooperativas do Grupo Ceriluz.
A Reforma Tributária representa uma das maiores mudanças no sistema de arrecadação de impostos do país nas últimas décadas. Entre as principais alterações está a substituição de diversos tributos sobre o consumo e serviços por dois novos impostos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), administrado por estados e municípios. Também será criado o Imposto Seletivo (IS), destinado à tributação de produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.




Nesta etapa, está sendo executada uma linha de distribuição quádrupla, com aproximadamente 3,7 quilômetros de extensão, ligando a Subestação Ceriluz IV até as proximidades da BR-285. Nesse ponto, os novos alimentadores de 23,1 kV, serão interligados aos circuitos já existentes, responsáveis pela distribuição de energia para os municípios de Coronel Barros, Ijuí, Augusto Pestana e Jóia. A nova linha será formada por redes compactas, ou seja, utiliza cabos protegidos e espaçamento reduzido entre os condutores, o que diminui a possibilidade de desligamentos provocados pelo contato com a vegetação, além de reduzir a necessidade de podas ao longo do traçado, contribuindo para a preservação ambiental. Por isso também é denominada de rede ecológica.
Os primeiros equipamentos que faziam – e ainda fazem - essa função, contudo, eram mais simplificados. As primeiras a serem utilizadas foram as chaves fusíveis religadoras (foto ao lado), baseadas em processos mecânicos, com operação automática limitada e sem nenhum recurso de monitoramento remoto. Hoje a Cooperativa ainda possui 22 dessas ferramentas distribuídas em sua área de ação. Depois vieram os religadores automáticos eletromecânicos, que utilizam componentes eletromagnéticos para detectar falhas e componentes mecânicos para realizar religamentos automáticos ao identificar sobrecorrentes. Estes possuem operação baseada em princípios mecânicos e elétricos, também com nenhuma digitalização ou possibilidade de supervisionamento à distância. Ainda há 57 instalados nas redes de distribuição de energia da Ceriluz.