A Ceriluz realizou ato oficial de inauguração da Pequena Central Hidrelétrica RS-155 na última quinta-feira, 17 de março. Com esse objetivo reuniu mais de duzentas pessoas, entre diretores, conselheiros, associados, colaboradores e autoridades convidadas, na Casa de Máquinas Principal da usina. Foi a primeira ação neste ano de 2016 referente à programação das comemorações dos 50 Anos da Ceriluz, que serão completados no dia 20 de agosto. O evento contou com o descerramento da placa inaugural e com o corte da fita na entrada para a Sala de Comandos da usina. Apesar da usina já estar em operação desde agosto de 2012, o presidente Iloir de Pauli acionou simbolicamente as máquinas geradoras - que estavam desligadas apenas para o evento - colocando-as para gerar energia elétrica novamente.

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A Ceriluz amplia mais uma vez sua capacidade de geração ao colocar em operação comercial a Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Agudo, no município de Zortéa, em Santa Catarina. A usina, que tem uma potência instalada de 3,9 Megawatts (MW), obteve a Licença de Operação Comercial junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no dia 03 de março. Isso significa que desde então ela pode vender energia no mercado elétrico nacional. A operação se dá após aproximadamente dois anos de obra por parte das equipes técnicas da Cooperativa, que coordenou a construção com apoio de empresas terceirizadas.

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A Usina José Barasuol é efetivamente da Ceriluz! Essa talvez seja a melhor forma de informar o término do pagamento de seu financiamento, feito com dois meses de antecedência, neste mês de fevereiro. As parcelas se estenderiam até o mês de abril de 2016, porém, considerando alguns fatores internos, a direção da Cooperativa, orientada pelo departamento financeiro, quitou o valor devido. “Hoje a usina está totalmente paga, não possui nenhuma alienação, ela é da Cooperativa e, como a concessão é de trinta anos, a Ceriluz tem mais dezoito anos para gerar energia, recursos financeiros e pagar outros investimentos”, comenta o gerente administrativo/financeiro, Gilmar Mattioni. Ele conta que a Cooperativa havia financiado pelo BRDE em torno de 45% do valor total da obra - que alcançou os R$25 milhões - enquanto o restante foi bancado principalmente com recursos próprios.

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Quem se desloca pela Avenida Porto Alegre, em Ijuí, já deve ter visto às suas margens a Subestação Ijuí 01, de propriedade da CEEE, e quem passou no local recentemente deve ter percebido que a mesma passa por obras de ampliação. A melhoria consiste na construção de novos barramentos para derivação dos alimentadores no setor de 23 mil volts (kV) e na instalação de disjuntores comandados por relés eletrônicos com tecnologia mais moderna. O ganho aos consumidores se dá na possibilidade de uma reposição do sistema de forma mais ágil quando ocorre falta de energia, bem como vai disponibilizar informações em tempo real e com alta confiabilidade, de como está se comportando a carga desses alimentadores, possibilitando manutenções preventivas, se necessário.

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As culturas de verão se encontram em período de desenvolvimento e muitas já em fase de floração ou formação de grãos. O mesmo clima que favorece o crescimento das plantas pode contribuir também para o surgimento de algumas doenças e pragas, comuns nessa época do ano. Isso exige dos produtores o combate pelo uso da pulverização com uso de máquinas. Logo depois inicia a colheita, também com equipamentos pesados. Infelizmente, todos os anos a Ceriluz registra acidentes com redes envolvendo máquinas agrícolas.

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Visando aumentar a segurança na infraestrutura da Subestação Ceriluz 01, localizada na Linha 05 Norte, no Distrito de Chorão, em Ijuí, o departamento técnico da Cooperativa realizou obras de implantação de uma parede corta fogo no local. A parede separa os dois transformadores existentes, de forma que, caso ocorra algum incidente com um deles, seja incêndio ou explosão, o outro esteja protegido. Assim se evita danos maiores, beneficiando não só a Cooperativa, mas também os associados, uma vez que caso um transformador seja atingido o outro seguirá funcionando normalmente. Além da parede corta fogo, a Subestação Ceriluz 01 recebeu ainda um sistema de coleta de óleo, para evitar que haja escoamento do produto tóxico no solo em casos de problemas nos equipamentos usados no local.

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