A Ceriluz conquistou a segunda colocação entre as melhores cooperativas do Brasil, na sua categoria, ou seja, Permissionárias de Serviço Público que atendem mais de 10 mil unidades consumidoras, e também no ranking geral, que envolve todas as permissionárias do Brasil. O resultado foi divulgado na última quarta-feira, dia 19 de novembro, no auditório da ANEEL, em Brasília, quando foi apresentado o Prêmio IASC – Índice ANNEL de Satisfação do Consumidor 2014. A Cooperativa esteve representada pelo seu presidente Iloir de Pauli. Foi o primeiro ano que as permissionárias de energia elétrica participaram do prêmio IASC quando 38 cooperativas foram avaliadas. Além das permissionárias a agência também classificou as melhores concessionárias do país entre um total de 63 participantes, avaliando assim 101 distribuidoras de todo o País.

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O mês de novembro será marcado pela reciclagem dos colaboradores da Ceriluz quanto a Normativa Regulamentadora 10, que define medidas preventivas de controle do risco em instalações elétricas, de forma a garantir a segurança e a saúde no trabalho. Esta normativa se aplica às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção das instalações elétricas e quaisquer trabalhos realizados nas suas proximidades. O treinamento está sendo ministrado pelo engenheiro em segurança do Trabalho Fernando Wypyszynski e pelo eletrotécnico Maurício Martins Borges, especializado em treinamentos para equipes de linha viva, distribuição e transmissão de energia. Além das questões teóricas, o treinamento contou com a revisão do uso de Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs) e Coletivos (EPCs), e procedimentos de primeiros socorros e baixamento de vítimas em postes. Os colaboradores estão divididos em quatro turmas que irão reunir-se sucessivamente nas segundas e terças-feiras, durante o mês de novembro, com os primeiros encontros sendo realizados nessa semana, nos dias 03 e 04.

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O cuidado por parte de produtores rurais com as redes de energia que cortam as suas lavouras deve ser constante. No entanto, o período em que estamos é caracterizado pela colheita do trigo e do plantio das culturas de verão logo em seguida, portanto, exige uma atenção especial. Soma-se a isso a intensidade dos dias de trabalho, que além de mais quentes são mais longos, isso quando os agricultores não adentram a noite para encerrar suas empreitadas.

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O crescimento da importância da energia elétrica para a vida dos consumidores, tanto para agregar valor nas propriedades e empresas quanto para proporcionar o conforto e a qualidade de vida desejada pelas famílias, exige da Ceriluz a preocupação constante na melhoria da qualidade da energia que fornece. Pensando nisso a Cooperativa adquiriu recentemente dois equipamentos chamados de Registradores de Qualidade de Energia, um voltado à avaliação das redes de Baixa Tensão (BT) e outro para redes de Média Tensão (MT). São equipamentos que ao serem conectados temporariamente nas linhas de distribuição detectam distúrbios que podem afetar a qualidade de energia levada ao consumidor. Após permanecer por período pré-determinado no sistema, seus dados são transportados para um computador e avaliados pelos técnicos, que a partir de então podem adotar medidas para solucionar os problemas identificados.

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As cooperativas Ceriluz realizaram na última terça-feira, dia 14 de outubro, Assembleia Geral Extraordinária (AGE) cada uma, tendo por local o salão de atos da Cooperativa, na Linha 03 Oeste, Bairro Universitário, em Ijuí. Primeiro foi realizada a assembleia da Cooperativa de Geração de Energia e Desenvolvimento Social Ltda, CERILUZ GERAÇÃO, com início às 14 horas, seguida da AGE da Cooperativa Regional de Energia e Desenvolvimento Ijuí Ltda, a CERILUZ DISTRIBUIÇÃO. Para ambas as cooperativas o objetivo principal foi a realização de alterações estatutárias.

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São várias as razões que podem fazer com que uma residência ou propriedade seja desocupada por seus moradores: mudança para outro endereço, saída de um inquilino, venda da propriedade etc. A Ceriluz, no entanto, alerta para o risco do associado ficar inadimplente por não tomar algumas preocupações importantes nessas situações. Isso ocorre porque, mesmo com a mudança do morador e sem equipamentos que consomem energia, incide sobre estas Unidades Consumidoras (UCs) a cobrança da chamada Taxa Mínima, necessária para a manutenção da infraestrutura ativa no local, embasada em legislação específica sobre o setor. Efetivamente, em caso de não haver mais consumo no estabelecimento, seguem sendo cobrados o valor referente a 30 quilowatts (kW) de UCs monofásicas; 50 kW das bifásicas e 100 kW em caso da ligação na propriedade ser trifásica.

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