Entre as decisões tomadas pelos presentes nas Assembleias Gerais Ordinárias (AGOs) das cooperativas do Grupo Ceriluz, em 10 de março, esteve a destinação das sobras apuradas para investimentos em expansão e melhorias na infraestrutura de distribuição e geração de energia, totalizando mais de R$3,6 milhões com essa finalidade. Esse recurso se destina principalmente em melhorias e expansão das redes de distribuição, com a construção de novos alimentadores, reguladores de tensão, transformadores, etc. É um recurso importante que vai contribuir com obras em andamento na área de ação da Ceriluz e viabilizar novos investimentos. Apenas em projetos já aprovados ou em execução, já são mais de R$ 4 milhões de reais previstos em investimento para esse ano de 2023. A Cooperativa ainda está finalizando o Programa de Desenvolvimento da Distribuição (PDD) que exigirá mais uma importância significativa para qualificação das redes.
Entre os projetos já em andamento para 2023 estão a construção de um novo alimentador em Coronel Barros, de 8km, que exigirá R$1,5 milhão em investimento; a expansão de uma rede trifásica na região de Esquina Umbú, em Santo Augusto, investimento de R$900 mil; serviço de melhoria na rede trifásica de Ilha Grande, em Catuípe, orçada em R$820 mil; obra de expansão na região da linha 28 Norte, em Ajuricaba, estimado em R$440 mil; outra no Rincão Santa Catarina, em Boa Vista do Cadeado, orçado em 235 mil e mais uma em Santo Augusto, próxima a área urbana, de R$125 mil.
Ao longo de todo o ano de 2022 foram aproximadamente R$12 milhões investidos pela Ceriluz apenas em infraestrutura de distribuição de energia. Destes valores, R$4,3 milhões foram obras de expansão, totalizando 29 quilômetros de novas redes; R$2,3 milhões em obras de melhorias, totalizando 19 km de redes. Somam-se a esses números também aquelas obras realizadas por pedidos dos associados, que por investirem em suas propriedades e empresas necessitaram de projetos para ampliação de cargas. Foram em torno de 18 kms de rede onde a Ceriluz aplicou R$4,1 milhões, com uma contrapartida dos associados de R$1,3milhões. Em todos esses projetos executados foram instalados 1,4 mil novos postes e 352 novos transformadores.
Saiba mais sobre o assunto ouvindo o Informativo Ceriluz Além da Energia da última semana, onde apresentamos uma entrevista com o engenheiro eletricista Rogério Khamphorst, que destaca mais investimentos e o que caracteriza cada uma dessas ações de expansão e melhoria. OUÇA AQUI.




Durante a visita há o acompanhamento por parte de um profissional da cooperativa que presta todas as orientações e se certifica de todas as condições de segurança. Os visitantes devem usar calçados e roupas adequadas para caminhadas e trazerem água para hidratação.
Desse resultado R$3,6 milhões foram colocados à disposição dos associados presentes nas assembleias, que aprovaram a sugestão de utilizar esses recursos na expansão e melhorias na infraestrutura da Cooperativa. “No ano passado investimos essas sobras, aproximadamente R$1,5 milhões, em um desconto na tarifa de energia de nossos associados. Esse ano optamos por fazer melhorias nas redes, considerando o aumento das exigências de nossos associados, que a cada ano investem e consomem mais energia em suas residências e negócios”, destaca Guilherme Schmidt de Pauli, que está completando seu primeiro ano na presidência da Ceriluz Distribuição.
Esta foi a segunda etapa desse trabalho. Outro desligamento já havia sido realizado no dia 25 de fevereiro, num período mais curto, das 15h às 16h, para retirada da peça danificada que foi reposta neste domingo. A opção pelos finais de semana, conforme Kamphorst, se deu devido ao fato de nessas datas haver menos carga (consumo) de energia, facilitando as manobras. Durante a realização dos serviços toda a demanda de energia foi migrada para a Subestação Ceriluz 03 e, por isso, a grande maioria dos associados conectados àquela Subestação percebeu apenas duas interrupções rápidas de 15 minutos, uma pela parte da manhã e a outra à tarde. O desligamento mais longo foi percebido apenas na área próxima à subestação.
As vistorias nos empreendimentos são frequentes, muitas delas sem aviso prévio. Esse acompanhamento por parte do órgão ambiental regulador inicia no período anterior à obra, para emissão das licenças, segue durante a instalação e também posteriormente à operação, para confirmar o atendimento das condicionantes impostas. “[Com o atendimento dos critérios ambientais] a gente vai conseguir compatibilizar a geração de energia que é importantíssima - precisamos desse tipo de empreendimento - com o uso sustentável desse meio ambiente”, comenta Gruber.